Vou colecionando as pratinhas de embrulho.

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Ultimamente tenho andado à volta dos tractores. É uma paixão antiga. Agora está-me a dar para o Japão. Não sei muito bem porquê. Talvez seja do adiantado da hora e lá já ser de dia. Não sei muito bem, até porque o fascínio que eu tenho pelo Japão é só na base de querer apenas visitar e nunca para lá viver. Feita a introdução, apraz-me dizer que gostaria de viver uma vida normal, vivida aqui, em Portugal. Infelizmente não vivo uma vida normal. Acho mesmo que vivo no planeta Ferrero Rocher, como nos filmes. Sou como um chocolate, muito bem embrulhadinho, à espera de ser comido. Dentro de uma caixinha, à espera da melhor oportunidade para ser comido. A caixinha pousada, na borda da mesinha de cabeceira, sempre manuseada com carinho por quem me vai comer. E podia estar eternamente a enumerar um sem número de perspectivas/maneiras/formas/vontades de ser desembrulhado e comido.

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