A manga, a cartola e o coelho.

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Sem dúvida alguma, posso afirmar que os dias de hoje, os nossos portanto, são  dias perturbadores. Perturbadores poderá ser um exagero para quem os vive. Acontece que eu não os vivo assim, portanto… Nesta altura poder-se-á pensar que estou para aqui a inventar e não vou dizer nada de jeito. É legítimo que se pense tal coisa. Não seria a primeira vez e não será, concerteza, a última. Até aqui, tudo muito bem, cheio de lugares comuns e sem nada de essencial que faça compreender o que se quer dizer. Tal e qual como eu gosto. Mas, e há sempre um mas (outro lugar comum), eu não vim aqui sem nada na manga. Claro que as minhas mangas não são exageradas e quem julgar que vai sair um coelho, não da cartola mas sim da manga, está muito enganado. Por tudo isto, e por mais alguma coisa que não vem agora ao caso (isto para não escrever que agora não interessa nada…), queria eu dizer que as pessoas vivem uma necessidade enorme de se afirmarem perante os outros. Exageradamente, digo eu, pensam demasiadamente nelas próprias. Claro que há sempre aquela resposta: se eu não pensar em mim, quem o vai fazer? Fico cansado com respostas destas.

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