Tão compostinhos.

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Parece mentira, mas é verdade. Estive a assistir, na televisão claro está, a um jogo de futebol do Sbordem. Aquilo é uma pasmaceira que não se pode. Jogo feio e sem qualidade nenhuma. Mas isso não me choca pois é mais do mesmo, o que me custa mesmo reparar é o carácter queixinhas que a assistência do clube faz questão de evidenciar. Os jogadores já nos habituaram a tudo, desde aquele capitão pequenino até ao homem que costuma resolver, aquilo é um festival de experiência acumulada, desde que o rei da piscina (vulgo João Pinto) passou por lá. O engraçado disto tudo é que a onda começa de cima e são os ilustres marqueses/dirigentes que incentivam as massas ao choro colectivo. Não sei porquê, mas há quinze dias atrás tornei a ver outro jogo do Sbordem, e assisti a um pormenor delicioso: já nem me lembro do resultado (e também não vou pesquisar qual foi) mas estavam desesperados para meter o golito da ordem, que os costuma safar, e os outros jogadores estavam a fazer o trabalho deles e a segurarem a bola. De repente dá uma imagem da bancada (vá-se lá saber porquê…) e deparo com uma loira, daquelas da linha, toda muito bem posta (juro que não tenho nada contra o género…) e vira-se para o campo aos berros de filho da …. para cima, sempre sem mexer uma madeixa. Indescritível e imagino a cara da senhora quando muito provavelmente lhe disseram no dia seguinte que apareceu na televisão.

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