Quase que falava da vidinha, quase.

 

Gosto de pensar que a vida é bela. Gosto de pensar que a vida é justa. Gosto de pensar que as relações interpessoais se baseiam na verdade e na confiança. E por aí fora. Não custa nada pensar, lá isso não. Custa mais aceitar que não vivemos num mundo perfeito. Posto isto, há que ter a noção de que temos mesmo de perceber esta realidade  e de viver com ela. É aí que está a sabedoria da coisa: saber viver sem criar falsas expectativas sobre as pessoas porque, tal como nós, não são perfeitas, são alvo de injustiças e cometem também elas injustiças. Isto tudo para dizer que vou começar o novo ano com muita vontade de crescer e com muito sentido de partilha do meu crescimento, mas sem achar que vou mudar o mundo porque isso, isso, foi há muitos anos, durante a minha adolescência (se bem que ainda sou um adolescente tardio…).

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