Começo a perder-me nas infindáveis teias que existem na floresta.

Esta semana tem sido sempre mais do mesmo, e eu estou igual. Mais uma vez o futebol a ocupar lugar de destaque, o orçamento que vá dar uma curva. Afinal, e assim como assim, como vou receber zero de aumento e vou, portanto tenho coisas mais importantes em que pensar. Em corrigir os testes de História de Arte, por exemplo? Mas também isso me aborrece e, como ainda tenho tempo, vou deixar para mais logo. Agora, o que aqui me trás, é o futebol. Tenho acompanhado o que se vai fazendo e registo, com visível satisfação, que a dita comunicação social se virou agora para o Braga. Já não é o fêcêpê, porque esse já está arrumado, e o facto dos jogadores suspensos, do presidente novamente suspenso, do autocarro apedrejado, do carro do presidente também apedrejado, da dualidade de critérios na aplicação das penas e do infindável rol de trapalhices mal disfarçadas, tudo isso é culpa do fêcêpê que, como foi afirmado por uma criatura de baixa estatura e de cabelo aos caracóis brilhantes, merece este tipo de “castigos” porque tem uma atitude provocatória. Palavras para quê? Ou é de mim, ou vamos assistir à derrocada do Braga por cansaço, mas cansaço das trapalhadas de que vão ser vítimas. A ver vamos.

Quanto ao fêcêpê, dá-me a impressão que este ano vamos lerpar. Ainda não estamos perdidos, mas manifestamente abaixo daquilo que é costume. Continuo a pensar que temos excelentes jogadores, comandados por um excelente treinador, que não tem carisma mas que sabe o que faz (comprovado pelos três campeonatos seguidos), a equipa tarda a encontrar coesão (isto de ter de vender jogadores influentes tem os seus custos, mas que se há-de fazer?) e vamos acabar por não ganhar nada. Oxalá eu me engane porque gostava de lá ver, por mais um ano, o professor Jesualdo a continuar a lançar bons jogadores, para depois serem vendidos e, com isso, gerar o habitual lucro financeiro. As contas do fêcêpê são muito fáceis de fazer. O clube não tem os seis milhões, que agora já são cinco milhões, de adeptos. Somos pequeninos. É certo que os pequeninos são dançarinos e já demos provas de que sabemos dançar o tango como ninguém e isso, nunca se esquece.

1 thought on “Começo a perder-me nas infindáveis teias que existem na floresta.

  1. Telmo

    Não te reconheço… Deves ter bebido água inquinada ao almoço…
    Carrreegggaaaaaaaa Porto… Penta à vista…

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