A vida continua.

Não gosto muito, nem sequer acho piada, vir para aqui queixar-me da minha vida. É uma coisa que me aborrece. Na prática, acabo por me descair, por vezes, e faço umas fitas de chorinhas. Claro que a dose de baba e ranho é sempre muito controlada, pois tenho consciência que vivo em sociedade e, como tal, tenho de me relacionar com quem me rodeia. Esquisito? Não me parece. A coisa traduz-se assim: Quando estou mais para baixo, opto por enviar alguns sinais. Normalmente, e digo normalmente porque é mesmo normalmente… não são entendidos como sinais. Depois ponho-me a pensar porque é que ninguém entende os meus sinais. Será que são muito rebuscados? Será que não são visíveis? Será que as pessoas têm mais que fazer do que estarem a reparar nos meus abençoados sinais? Ou será que não percebem mesmo nada daquilo que eu sou? Poderá ser isto tudo junto, mas também posso ser eu que não estou sintonizado com ninguém… é mais isso que parece. O que é uma pena, pois era muito mais fácil se a culpa fosse dos outros.

1 thought on “A vida continua.

  1. josé

    A conversa é pouca e deixa me sempre a desejar mais conversa,e menos só bola, como ta o tempo,e trabalho,os sinais a muito que os acompanho e estou completamente de acordo e sintonizado,o tempo é pouco,mas quem sabe um dia a ver tempo para um boa conversa sintonizada,acompanho este blog como um bom amigo virtual que conheço pesoal.

Leave a Reply