Mudam-se os tragos, mudam-se as vontades.

O puro. O tal de puro malte faz-me pensar. Pensar na vida. E pensar na vida implica pensar no cúmulo. Mas cúmulo tem muitos significados. Para que não haja confusões com a primeira parte da palavra, fui ao dicionário e peguei no seguinte: ainda por cima, como se não bastasse. E é aqui que o tal entra. Passamos a vida com alguém por cima, como se não bastasse. É o cúmulo da submissão. Porque será que nos submetemos? Porque gostamos? Se calhar. Porque somos fracos? Pouco provável. Porque somos realmente altruístas? Ehhh, pode ser. Enfim, tudo é possível.

Entretanto, muda-se o tal de puro (porque acabou…) para uma nova versão da vida. A coisa fica diferente. Logo o cúmulo passa a ser outro. E o que é feito do cúmulo anterior? Fica a meio? Desta vez vai ficar, porque me apetece, e como tal, assim será. Parvoíce, acabar um raciocínio desta forma. Eu também acho.

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