Cabeça fria.

Quando estamos fora do nosso habitat natural a coisa complica. O conforto do lar é intrínseco. Pelo menos comigo a coisa funciona assim e gosto de saber que tenho o meu cantinho, sossegadinho, o meu espaço acolhedor em que me sinto confortável. Confortável para lamber as feridas, para pensar, falar, trabalhar, receber pessoas ou para me divertir. Depois, lá fora temos o mundo. Mas, se o mundo está lá fora, não é para nos comer e temos de saber ir ter com ele, pese embora a confusão que por vezes poderemos sentir. Esta forma de falar na terceira pessoa do plural faz lembrar o discurso do Jardel, mas enfim… Isto tudo para dar uma forcinha ao meu mano que está por terras longínquas e que tarda em conseguir normalizar a vida dele, se bem que tudo está dentro dos prazos normais, mas que tem todas as condições para o fazer, é uma questão de tempo.

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