Duas coisinhas.

A primeira ocorreu-me quando me sentei em cima da minha bela Scarabeo (não sei muito bem porquê…) e fui trabalhar. Veio-me à ideia a Cláudia Jacques. Tenho uma especial simpatia por esta mulher. Apesar de ter uma ideia dela de dondoca, gosto dela. Não é no sentido de me babar por ela. Não, nada disso. Apesar de ser uma dondoca bem boa (como se diz na terra da minha rica senhora…), daquelas que os homens gostam de ver, não é por isso que eu gosto dela. Gosto dela por ser uma dondoca simpática, bem disposta, sempre com um sorriso que parece genuíno e porque não me parece pretenciosa. Isto dito assim ainda dá mais a impressão que o dondoca aqui, sou eu. Muito provavelmente assim será, porque é bem verdade que apreciações deste género são sempre falíveis, principalmente quando não se conhece pessoalmente a dondoca em causa. Mas tirando tudo isso, gosto de acompanhar o seu percurso, desde que passou para as luzes da ribalta, é certo, pois aquela bendita capa de revista masculina deu-lhe um elãn  que nem ela estava à espera. Depois são as festas, as fotografias nas revistas e agora um novo casamento. Desta vez com uma actor de cinema, neto de um realizador de cinema. Uma nova dimensão e uma outra realidade. Isto tudo, sempre com um sorriso nos lábios, que me faz gostar dela e com vontade de lhe desejar toda a felicidade do mundo. Que assim seja.

A outra coisa está relacionada com a anterior. Ia eu todo entretido a pensar na Cláudia Jacques e na sua vida de glamour, distraidinho de todo, em cima da bela Scarabeo, todo chegado ao lado direito da minha faixa de rodagem, quando uma besta de um motorista de uma camioneta de caixa, passa por mim a toda a velocidade, numa tangente inacreditável (talvez meio metro) que me deixou alterado e com vontade de lhe bater. Felizmente não me assustei nem fiz nenhum movimento repentino, senão podia ter ido ao chão e espatifar-me todo. Acho mesmo que foi uma estrelinha dondoca que olhou por mim.

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