Para matar o tempo, escrevo baboseiras.

Comida vegetariana. Gosto de algumas coisas mas conheço pouco e gostava de conhecer mais. Acho que não devia mudar radicalmente a minha alimentação, por várias razões, sendo a mais importante a chicha. Gosto de chicha. Gosto de uma bela posta mirandesa, medianamente passada, de preferência acompanhada por feijão verde, brócolos ou couve salteada com pedacinhos de bacon, e tudo isto bem regado com um belo tinto, que desconfio ser incompatível com o ideal vegetariano. Aliás, essa é a principal razão. Não, não é o vinho. É o ideal. Acho muito fundamentalista. E eu não gosto de fundamentalismos. Nunca professei qualquer tipo de fundamentalismo e não vai ser agora, depois de velho, que me vou tornar num velho fundamentalista. Nada disso. Pelo contrário, tenho-me vindo a tornar num velho com bom senso, mas capaz de chegar perfeitamente aos excessos (não daqueles que à primeira vista podem pensar…) que me permitem conhecer outras realidades, sem nunca perder o meu equilíbrio. Equilíbrio será, porventura, um pouco forçado porque essa treta da pessoa equilibrada… não existe. É um mito urbano. Isto tudo para dizer que estou com saudades de comer uma lasanha de soja, que costumo fazer, e me deixa deliciado e com vontade de me tornar vegetariano mas, lá está, a chicha tenta-me e eu passo muito rapidamente de pessoa equilibrada para totalmente desequilibrada. Sou um fraco, é o que eu sou.

2 thoughts on “Para matar o tempo, escrevo baboseiras.

Leave a Reply