Um desenhinho, no meio de uma folha de papel, pequenina.

Kopke, Douro, 2007, uma bela pinga. Sim, eu bebo sozinho. Não me importo e, quando tem de ser, é. Ponto e não se fala mais nisso. Também não se fala nos cigarros que tenho fumado, depois de sete anos sem fumar. Ponto. Depois disto tudo, convém referir (e referir é uma daquelas palavras cerimoniosas) que fui fumar o belo do cigarro italiano(que compro no contrabando, em Chaves, e que é muito agradável) sentado na minha bela Scarabeo. Está na garagem e eu gosto de lá ir, sentar-me em cima dela, naquele assento que mais parece um sofá, e dar umas passas valentes. Sempre a pensar no fumo que fica lá e que as minhocas não respiram. Depois venho para cima, pensar na vida. E para pensar na vida tenho de estar acompanhado. Neste caso, acompanhado por qualquer coisa que começa em Justequalquercoisa mais Brequalquercoisa, que isto de estar sem óculos tem os seus custos. E a minha vida tem muito que se lhe diga. Tudo depende de como a coisa vai correr.

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