Como eu gosto destas coisas.

Já tinha saudades de voltar ao assunto. À vaca fria, mesmo. O homem que se auto-intitulou de catedrático do futebol anda cabisbaixo. Até eu ando triste por o ver assim. Aliás, não se percebe muito bem como é que uma pessoa daquelas, com uma auto-estima… inestimável, anda tão arredado do estado eufórico que todos os portugueses deram conta no ano passado. Não percebo, pronto. Afinal, sempre é um catedrático do futebol, bolas. Não é um personagem qualquerzinho! Acho mesmo que anda meio Portugal intrigado e a perguntar-se sobre as razões de tal melancolia. Já várias teorias passaram de boca em boca, de mão em mão e de televisão em televisão. Ele foi Roberto, ele foi o Mundial que deixou os jogadores de férias até tarde, ele foi o Gaitan que precisa de tempo, ele foi a ovelha choné que andou a ser assediada pelos maiores clubes europeus, até que chegamos à cereja no cimo do bolo: os roubos de arbitragem. A mesma tecla, sempre. Perante tais argumentos, só me dá mesmo para ir assistindo e rindo das bacoradas que vão sendo ditas. Só me falta mesmo é assistir a uma qualquer entrevista do presidente do clube das gaivotas em que este se auto-intitule de catedrático da presidência de clube, ou uma semelhante treta, pois estão bem um para o outro, em todos os aspectos… e sempre podiam contribuir para o enriquecimento do palmarés daquele clube, uma vez que seria o único em Portugal a ter dois catedráticos de qualquer coisa e, pasme-se, ao mesmo tempo!

Leave a Reply