Assim, visto de baixo para cima.

Pois é, quando menos se espera vem a vontade de escrever. E logo duas vezes seguidas. Já não é normal… para mim, claro está. Desta vez é sobre a bola, a redondinha. Já nem me lembro quando foi a última vez que abordei a saltitona. Também, depois da forma como o fêcêpê perdeu o último campeonato, andava meio farto das coisas da bola. Meio farto é uma forma de me expressar porque andei sempre de olho na redondinha. Este ano a coisa tem andado melhor. E de tal maneira tenho gostado do que vou vendo e assistindo que nem sei muito bem por onde começar. É que o fêcêpê está imparável, tal é a superioridade que tem vindo a evidenciar dentro das quatro linhas. Claro está que esta superioridade nunca é reconhecida e sempre que podem, os senhores do costume, tentam desvalorizar as capacidades desta equipa, deste treinador e, para não variar, da força deste clube. Basta olharmos para o tratamento que é dado ao fêcêpê quando vence, cá dentro e lá fora, para percebermos que vamos ser sempre encarados como um clube regional (como eles gostam desta palavra) cujos títulos são obtidos de forma fraudulenta sem reconhecerem o mérito que lhe é devido. É a vidinha, dizem os mais amargurados. Pois é, mas enquanto essa gentinha assim vai pensando, o fêcêpê vai ganhando, vai-se organizando cada vez mais e melhor e quando repararem… já nem aos calcanhares lhe chegam…

Leave a Reply