ADD do meu contentamento.

A ouvir Barry, o branco que por estes dias manda cá em casa. Estou a trabalhar no dito cujo portefólio que irá presidir à minha avaliação de desempenho docente-ADD, para os que estão mais por fora, como eu, aliás. Tenho uma data de papeis para imprimir (na escola…) mas tenho muitos mais para escrever, mais concretamente, para evidenciar, que isto das evidências dá cá uma trabalheira… O que me vale são as ajudas. Continuo no Glenmorangie, que é esplêndido e relaxante sem nunca deixar de me aliciar para a vida. Depois tenho um cigarro electrónico. Sim, electrónico. Que se carrega via usb e vem com uns filtros de nicotina, que se atarracham (e esta palavra é preponderante) lá dentro. Do aparelho electrónico, claro está. O resto é muito complicado e só sei que sai vapor de água, o que possibilita fumar em muitos outros sítios. E, neste momento, estou a pensar nos aviões, que são nossos amigos e nos levam para longe. Longe destas coisas que nos obrigam a fazer. Por isso, e voltando às tais coisas horrorosas que me obrigam a fazer, só me apraz dizer que terei de me evidenciar ainda mais para conseguir dominar esta ânsia tão grande de viver noutra dimensão. De preferência vestido de preto, a ouvir o branco que é preto, mas sempre com vontade.

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