Sbordem. Eles que se amanhem!

Vir para aqui escrever sobre outros clubes é um pouco perda de tempo. Mas não resisto. E ultimamente nem tenho perdido muito tempo, como se pode facilmente constatar. Deixei-me disso. Mas desta vez não resisti mesmo. Isto tudo porque ontem à noite, e foi sem querer, parei num canal de televisão que estava a dar um debate com os candidatos à presidência do Sbordem. Mais uma vez fiquei chocado. Não com a peixeirada que por lá pairou, e quando digo peixeirada é sem ofensa às peixeiras, mas sim com a falta de categoria daquela gentinha que sempre se auto-intitulou de diferente e acima dos valores morais do mais comum dos mortais (quase que fazia um versinho). Para um clube de viscondes, estes candidatos ficam muito a desejar e, sem prestar muita atenção ao que para lá iam gritando, deu para perceber que há por ali muita arrogância, muita raiva, muita necessidade de aparecer, muita demagogia e, acima de tudo, uma vaidade que não se aguenta. Eles eram cinco e agora, quem quiser, que encaixe estes adjectivos em cada um deles, que eu não estou para aí virado.

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