Às vinte e três e trinta, deu-me para o futebol.

Desde que o campeonato de futebol acabou (e o que lá vai, lá vai) nunca mais vim aqui escrever sobre o assunto. Verdade seja dita, não há muita coisa de interesse para ser dita. Pelo menos na minha perspectiva da coisa. Claro que as pessoas (sim, são seres humanos, também) do clube das gaivotas têm muitos motivos para falarem do assunto. É assim todos os anos. Pelo menos nesta altura do ano, em que as cabeças pensantes daquela agremiação, fazem uma campanha cerrada nos ditos órgão de informação sobre a qualidade dos jogadores contratados e dos que ainda vão contratar. Para os mais distraídos, gostaria de lembrar que as ditas cujas, gaivotas, já contrataram duas mãos cheias de novos jogadores. Todos muito bons. Todos com as características ideais para fortalecer a equipa. Todos são uma mais valia para a equipa, etc, etc. Nunca percebi lá muito bem porque é que insistem nesta estratégia de forrobódó, mas também não gostaria que a mudassem…

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