Evernote.

Vou ser mauzinho, comigo, claro está. Por vezes tenho ideias. Consigo ter ideias interessantes, muitas ideias interessantes. Assim, de chofre, posso parecer um pouco arrogante. É verdade, mas não sou. Para mim é uma questão que não se coloca, mas também acredito que haja muito boa gente que ache que sou mesmo arrogante. Querem uma resposta arrogante? Não é problema meu, serve? Mas voltando às ideias, que já estou a perder muito tempo com um assunto que não existe, tenho sempre ideias ao longo do dia, ou seja, começo logo o dia com energia suficiente para pensar nas minhas coisas. Que são minhas, é certo, mas que me dão um imenso gozo. Até aqui, tudo vai bem no reino dos céus, o pior é quando me esqueço das ideias que tive e são tantas as vezes que isso me acontece. Sinais dos tempos… que vão passando… por mim. Já andei com um monte de bloquinhos, mas depois esquecia-me das canetas e quando levava as canetas… esquecia-me dos bloquinhos. Uma verdadeira chatice e uma alegre confusão. De há uns tempos para cá mudei de táctica. Como estou muito tempo ligado às máquinas… electrónicas, em casa, na escola, na rua e onde calha, decidi procurar uma maneira qualquer de conseguir anotar as benditas das ideias e ter acesso a elas em qualquer parte do mundo… Tenho utilizado um programinha, de seu nome Evernote,  que me permite criar uma conta e aceder a ela a partir de um qualquer dispositivo. Devo ter sido das últimas pessoas a descobrirem o serviço, mas mais vale tarde do que nunca.

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