Era bonito.

Às vezes, muito às vezes ou de vez em quando, dou uma espreitadela a uns blogues de gaja. E fico com inveja das gajas. Aliás, eu gostava de ser gaja. Não era todos os dias, mas dia sim dia não, eu gostava de ser gaja. Sempre conseguia organizar a minha vida melhor. Não é que eu não seja organizado, mas as gajas conseguem ser mais metódicas e muito, mas mesmo muito, mais atentas aos pormenores, às pequenas coisas. Se eu tivesse que ser gaja aos dias, seria à segunda, terça, quarta e, vá lá, quinta, para conseguir encarreirar (e encarreirar é uma palavra bonita) as coisas para que no fim de semana fosse, novamente, gajo. Ou seja, no fim de semana arruinava todo aquele trabalhinho desenvolvido pela gaja que havia dentro de mim.

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