Eu tinha uma ideia inicial, tinha…

Quando tenho muito que fazer, mas mesmo muito que fazer, é quando durmo melhor. Também é nesta altura que me dá para o devaneio. Gosto de devaneio, aliás, sempre gostei. Hoje, o que acompanha o meu devaneio, veio do Douro, essa região mágica que me deixa com vontade de regressar. É uma descoberta recente, apesar de por lá ter passado muitas férias grandes em pequeno, mas agora os olhinhos que a terra há-de comer são outros, mais experimentados e mais cientes da beleza que aquela região encerra.

Posto o acompanhamento, voltemos ao devaneio. Fui ver ao dicionário online o que queria dizer devaneio. Basicamente, tem tudo a ver comigo porque diz lá que ter devaneios é fantasiar; divagar com o pensamento. Nascemos um para o outro, portanto. Mesmo assim, eu consigo domar e orientar o pensamento fantasioso que há dentro de mim. Se estiver a ouvir um deep house é uma coisa, mas se estiver a ouvir goa trance é outra. É tudo uma questão de orientar o caminho, o que pode ser mau, porque implica uma limitação à fantasia, mas se for encarado como um princípio básico de orientação, não me parece chocante.

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