Assim se passou o Natal.

 

E lá se passou mais um Natal. Ao contrario dos dois anos anteriores, em que fomos para o conforto de um hotel, este ano retornamos a casa e ao trabalho de escravo das rabanadas, aletria, bacalhau, batatas, couves e tudo aquilo que se faz e come em exagero durante esta época. Bem, escravo, escravo, não fui porque não foi na minha casa e consegui escapar da trabalheira toda e só tive mesmo o trabalho de comer, o que no meu caso é uma verdadeira canseira. Mas correu bem. As minhocas adoraram. Como todas as crianças, só querem saber é dos presentes e este ano tiveram muitas prendinhas, baratinhas e muito bem escolhidas, para que não se apercebessem que o Pai Natal ainda estava mais em crise do que os seus pais. E correu muito bem. As prendas delas foram um sucesso e só pelo sorriso valeu o Natal. Decididamente, esta época vale pelas crianças e pela alegria que transmitem aos mais velhos. O resto são trivialidades. E exageros. E águas das Pedras. E chás. Desta vez só faltou a água das Caldas, para moer tudo de uma só vez.

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