Pour toi, mon amour!

Volta e meia regresso às origens. Como é bom de ver, às minhas origens. Não poderiam ser outras. Redundante, portanto. Mas não interessa nada. Gosto de regressar às minhas origens. É uma cena mental que me assiste. Gosto de viajar por épocas da minha vida. Umas mais felizes do que outras. Todas vividas com muita intensidade, como deve ser. Aliás, não sei viver sem intensidade. Pode parecer que não. Que sou muito calmo e que não se passa nada na minha cabeça (e ainda bem que consigo passar essa imagem…) mas na realidade, bem lá no fundo deste ser humano (como tantos outros seres humanos) vivo tudo com muita intensidade. Pelo número de vezes que a palavra intensidade já apareceu dá para perceber que é tudo uma questão de intensidade. Quem nunca sentiu intensidade na altura em que declara o seu amor? Quem nunca sentiu intensidade quando une, de uma forma ou outra, o seu orgão sexual num outro qualquer? Quem nunca sentiu intensidade quando chega a hora máxima do prazer? Quem nunca sentiu intensidade quando está perdido e tudo parece complicado? Quem nunca sentiu… quando… tudo… mais… ? É bom sentir, sentir com intensidade, para o bem e para o mal, literalmente, porque é sinal que estamos a viver, a viver a nossa vida, tal e qual ela é.

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