CMP – Quando é que aquela besta se vai embora?

Esta cena da escola intervencionada aqui no Porto, ou seja lá qual for o termo certo, tem-me incomodado. A  mim não me interessa nada quem tem razão. Se é uma cena de uma renda de trinta euros que uns não querem pagar ou se é um pretexto para acabar com o projecto. Quero mais é que se entendam como gente civilizada. O que não é o caso. Andou tudo à batatada, deram cabo de tudo e agora sobra… nada! Eu não acho bonito. Eu não conheço os responsáveis pelo projecto mas tenho anos suficientes para perceber que o presidente da Câmara do Porto não é boa rês. Quando os responsáveis não são de confiança, quem se mete em projectos deste género tem de saber lidar com eles. O presidente da Câmara do Porto é uma pessoa de lápis atrás da orelha e livro de merceeiro debaixo do braço. Para mim está ao nível do nosso presidente da República ou seja, não tem nível nenhum. É um mesquinho que sabe fazer contas de cabeça, da frente para trás e de trás para a frente. Não tem horizontes para além do livro dos calotes. Também não é de estranhar vindo de um personagem que aposta praticamente todo o orçamento camarário, no que às actividades culturais diz respeito, numa corrida de automóveis… só porque é um confesso admirador de carros de corridas antigos…

Não é que eu ache que não se devia fazer o raio das corridas, mas querer que o Porto fique conhecido à viva força pelas corridas de automóveis… está ao mesmo nível que a Câmara de Chaves, que mandou fazer um campo para se praticar futebol de praia…

Mas voltando ao assunto, acho que a carga policial foi excessiva. Também percebo que aquelas pessoas não devem ter facilitado nada o trabalho das autoridades mas dar umas bordoadas com aquela intensidade… magoa… e depois, depois, destruíram tudo o que estava lá dentro, que foi feito pelas pessoas que frequentavam a escola… e isso é imperdoável.

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