Segunda feira e depois terça…

O mal de sermos sempre campeões é que começa a tornar-se uma rotina e os festejos acabam por cansar. Conclusão: hoje foi dia de pegar novamente no batente, de tornar a pensar nas dificuldades que andam por aí… à solta. Tenho de confessar que não sou economista. Que a minha formação não está relacionada com números, dinheiro, guito… Que também não percebo nada de macro cenários económicos, planos quinquenais e cenas maradas do género. Não é o meu forte. Também, de forte, muito forte, não tenho nada, por isso é que continuo a levar a vida como sempre fiz até aqui… despreocupado e feliz. Já me chega e já me dá muito trabalho! Mas também eu tenho os meus devaneios. Gosto de me armar em Tone e começar a pensar em soluções mirabolantes para os assuntos que nos preocupam. Querem ver uma solução? Bem me parecia que era isso mesmo que queriam… Então é assim: Portugal tem uma das maiores reservas em ouro, a nível mundial e não sou eu que estou a inventar. Estas reservas já vêm do tempo da antiga senhora (os mais novos não devem confundir com uma qualquer minha senhora…) e continuam pelo Banco de Portugal, guardadinhas para o que der e vier… e é essa parte que eu não entendo porque o que de mau que tinha de vir, já veio, o e que vem a seguir ainda vai ser pior… e o ouro lá continua, barra sobre barra… à espera de quê? Porque não pegam na treta do ouro que está guardado e o aplicam no buraco orçamental, continuando as reformas mas poupando a população às dificuldades que está a passar. Outra alternativa seria distribuir o dito cujo, em substituição dos subsídios que tiraram, sob a forma de títulos do tesouro ou qualquer coisa do género… e que só poderiam ser levantados daqui a cinco anos… para que o pessoal ficasse com um pé de meia para fazer face à falta da reforma…

Sei lá, podia ser assim, não?

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