E a tarde a começar. Portanto, no início!

Todos nós temos daqueles dias. Para mim são dias alienados. Diria mesmo, completamente alienados. Preciso deles como preciso de água para a boca (no caso costuma-se dizer de comida para a boca… mas vai dar ao mesmo). Não quero nem saber o que se passa na cabeça das outras pessoas. Sejam elas quem forem, não me interessa. O que vai na minha cabeça já me chega e sobra. Já me deixa suficientemente pensativo e à procura de uma solução. E como eu gostava de ser ingiiinheiro nestas alturas. De projectar um problema e estabelecer uma estratégia de resolução desse mesmo problema. Como seria bom resolver toda a nossa vida assim. Se assim fosse não iria precisar, com toda a certeza, de estar para aqui a ouvir música em altos berros ou a beber aguardente velha para tentar encontrar uma solução para a minha vida. Evitava muitos problemas. De saúde física e de saúde mental. Evitava uma surdez e uma cirrose. E depois, depois, tinha sossego, muito sossego.

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