Dava jeito… mas…

É de mim ou está tudo a perder a cabeça? Há pessoal a desatar aos tiros por dá cá aquela palha. Porquê? Para quê? A vida é para ser celebrada (é um termo de padreco…) de todas as maneiras e quando a maneira é a mais difícil, também devemos olhar para ela com os olhos de quem vê uma oportunidade… (pareço o primeiro aldrabão do país a falar…). Passando por cima da comparação, eu não quero acreditar que esta sucessão de tiros que tem abalado o país está relacionada com a falta de dinheiro. Não pode ser. Não é razão suficiente. Eu falo por mim. Deixei de fazer uma data de coisas e vou continuar a viver sem as fazer. Muito provavelmente irei ainda deixar de fazer mais coisas. Vou voltar aos meus tempos de juventude, em que não tinha um tostão, em que não conseguia comprar nada mas era feliz na mesma. Estava muito tempo com as pessoas de quem gostava. Falava-se muito, ria-se muito e assobiava muito, para o ar! Eram tempos diferentes mas hoje revejo-os numa perspectiva muito saudável, muito menos consumista e mais fraterna (tinha de vir outro termo à padreco…). Além disso, tudo era ao ar livre. Assim espero que venha a ser esta espécie de verão… passado ao ar livre, com as minhocas a rabiarem. De qualquer maneira, no próximo dia vinte e dois vou ficar triste quando, pela primeira vez desde que trabalho, não receber o subsídio de férias.

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