There`s a drink in my bedroom and i need a hot lady.

Estive a pensar. Aliás. Não é de agora que este pensamento me vem à moleirinha. É de há uns tempos. É que eu sou de outros tempos. Bons tempos, maus tempos, alguém se encarregará de os classificar… eu é que não possuo essa capacidade. Possuo outras capacidades… mas essa, não!

Voltando à moleirinha e à sua capacidade em absorver pensamentos e ideias extraordinárias, pelo menos a minha é assim, ando a matutar naquilo que devo. Não é naquilo que não devo, é naquilo que devo. E por falar em dever, o que eu devia saber é que sou um verdadeiro bicho do mato, que gosta de viver uma vida de mato, isolado dos humanos. Quem já não pensou no assunto? De viver longe dos humanos? Acho que uma boa parte das pessoas que eu conheço… mas a maior parte das pessoas que eu conheço… são do meu tempo… logo, têm ideias estranhas…

Tentando não me perder muito, sempre gostaria de voltar ao assunto que me trás aqui hoje, e agora. É que eu não sou rapaz para me perder com futilidades. Quer dizer, de uma maneira geral, não gosto de me perder com futilidades… mas se aparecer uma futilidade na hora certa… eu aguento. E não! Futilidade, aqui, não é sinónimo de gaja boa e de perna aberta, que eu não sou dado a essas coisas. Quero dizer, sou dado àquilo, só que não de uma forma… fútil…

Caramba, que a coisa está difícil. É o quarto parágrafo e ainda não fui directo ao assunto. Cenas de gerações… com três pontos, mais conhecidos por reticências, para dar uma ideia de desprezo. Por falar em desprezo. É uma cena que não me assiste, embora eu seja top a desprezar. Confusos? Nunca me passa pela cabeça desprezar seja quem for, mas se tiver que ser… sou mesmo top. É horrível dizer isto? É! Mas cada um é como cada qual! E eu tenho as minhas pequenas surpresas guardadas. E não são para mais tarde revisitar… são para descobrir.

Quinto parágrafo! Que a coisa já está nestes termos. E por falar em termos… na quarta feira vou ter de lançar termos na minha escola. Para quem não sabe, eu não vou perder tempo a explicar, para quem sabe, só espero que esteja solidário comigo porque aquela treta é mesmo… uma treta… que nos leva ao parágrafo sexto. De todos o mais importante.

Tcharam… Para dizer o quê? Que pensei e pensei no assunto e decidi. Vou acabar com a minha conta do facebook. Aborreci-me com a moça, essa tal de face ou carinha laroca. Cansei-me dela. Ainda me pus a pensar nas vantagens. Tanto trabalhinho a encontrar pessoas que já não via há séculos e que amei reencontrar ( e elas sabem que é verdade) e agora vou mandar tudo para as urtigas? Mas para mim… urtigas são sinónimo de viver a vida… ar livre, rabo ao léu… estão a ver? E depois começo a pensar no assunto. Finalmente! Tenho facebook para quê? Para comunicar! Dizem os livros e os entendidos em comunicação retroviral…  Portantos… eu tenho de comunicar através de umas teclas. Isso eu aceito. É o que estou a fazer neste momento. Parece-me pacífico. Até os rapazes da minha geração entendem que devemos comunicar (esta geração entende que se deve comunicar com o corpo… as mãos… e essas cenas assim…) mas tudo bem. Temos de comunicar. E eu comunico. Aliás, eu sempre andei a par dos diversos tipos de comunicação. Nunca gostei de nenhum deles. Porquê? Porque subvertem a sua própria funcionalidade. Se eu pegar no exemplo das drogas, vou dar ao mesmo. As drogas são excelentes. Não vou estar para aqui com falsas moralidades. As drogas são a melhor invenção do homem. Conhecem alguém que consiga ter esta perspectiva? Claro que conhecem. Também eu! Mas são uma minoria. Porque a maioria deixa de saber apreciar aquilo que as drogas têm de bom. Oh meus senhores! Com a comunicação… passa-se exactamente a mesma coisa. É muito fácil subverter todo o processo. E eu não queria ficar por aqui, mas vou ficar. Vou ficar por aqui porque tenho de ficar pela rama. As redes sociais, as que estão hoje na moda e as que já estiveram, são uma treta de comunicação. Se nos propusermos a perder um pouco do nosso tempo, e perder é exactamente a palavra certa, podemos perceber que a maior parte do conteúdo é pobre, que a maior parte das conversas são da treta e que uma grande parte dos utilizadores são almas solitárias à procura de companhia, isto para ser um rapaz simpático, porque se quisesse ser desprezível diria que anda meio mundo a ver se engata a outra metade… que anda com a cabeça no ar… tontinha… mas isso sou eu a dizer, que sou um ser humano que adora cenas desprezíveis, lembram-se?

Posto isto, já não me consigo lembrar lá muito bem em que parágrafo vou e não tenho pachorra para puxar o texto acima para confirmar, mas queria comunicar a toda a comunidade intergalácticanáuticaeafins que vou terminar com a minha conta do facebook. Aqueles que eu já apanhei, e eram esses que me interessavam, têm o endereço do meu blogue, que vai continuar activo (salvo aquelas excepções de perfeita trenguice tecnológica (Bem haja o meu Serginho)) e quem me quiser contactar sabe onde deve procurar. Para os mais distraídos, deixo o meu email: rui.manticora@gmail.com

Ah, décimo quinto parágrafo. Os comentários estão activados. Será um prazer receber-vos.

Para terminar em beleza: deixo a vossa fotografia, aquela que vos diz qualquer coisa.

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