Hip, hip, Hurray!

No meio de um entrecosto, que pus a grelhar, uma penca que vai ser salteada e um arrozinho de chouriço rezingão que estou a fazer, ponho-me a pensar na vida. Na vidinha, portanto. Aquela que nos apraz viver diariamente. Devagar, devagarinho, vamos levando a vidinha. Não será assim com toda a gente? Pergunto eu? É claro que todos nós, uns mais importantes do que outros, temos a nossa vidinha. Para quê metermo-nos na vidinha dos outros? Eis uma boa questão. Para quê? Ganhamos alguma coisa com isso? Não me parece. Pelo contrário, acho mesmo que só ficamos a perder, mas essa é uma convicção que eu tenho para mim e que é de outros campeonatos. Mas nem toda a gente, ou gentinha, pensa assim. É uma pena. Sinceramente, acho que isso não é grave e o que é realmente grave é deixarmos que essas pessoas interfiram nas nossas vidas. Eu gosto que as pessoas de quem eu gosto interfiram na minha vida. É positivo receber aquilo que os outros têm de mais positivo. Pode parecer um pouco lamechas este tipo de discurso mas é uma grande verdade, uma verdade absoluta, na minha vida: tenho crescido com o contacto com os meus amigos, sou uma pessoa melhor e só lhes posso agradecer. O resto, o resto são tretas!

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