Como já passaram quase quinze dias…

Não posso estar mais contente. Para quem vem do nada, do desconhecimento absoluto, da mais completa ignorância sobre como se publica um livro e como tudo se processa, não consigo expressar o meu contentamento. Correndo o risco de me repetir, nada disto poderia acontecer sem o contributo da Edita-me, que acreditou no livro e decidiu apostar nele. Os responsáveis pelo café Vitória foram uns queridos em nos deixarem invadir o espaço. O Tiago Braga, meu sobrinho e um dos responsáveis da Visual-Kitchen foi outro querido e manteve-se firme e hirto como uma barra de ferro até à última fotografia. Depois, bem, depois estivemos muito bem rodeados pelos nossos familiares e pelos nossos amigos. Sem o apoio deles nada disto teria sido possível. Por isso, só podemos estar muito agradecidos.

O que mais me tem encantado, no turbilhão desta experiência, é o facto das pessoas que compraram o livro me virem dizer que adoraram a história ou que as crianças que a leram também gostaram muito. Quando chego a casa, desaperto a gravata, tiro os sapatos, preparo uma bebido e vou ter com a minha rica senhora com um sorriso de orelha a orelha e conto-lhe aquilo que me vêm dizer… e passamos a ser dois, com o tal sorriso de orelha a orelha… é muito bom, mesmo!

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