Um cogumelo, trólaró, dois cogumelos, trólaró…

Há pouco li qualquer coisa do género: tentei ser normal mas não gostei. Achei que o raio da pequena frase estava fabulosa. Não que eu goste de ser normal ou, tão pouco, anormal. Não quero mesmo saber qual é a classificação. Mas achei piada ao facto de ainda existirem pessoas que se preocupam com a dita classificação. E por falar em classificações, o que eu gosto mesmo é de estar apaixonado, de me sentir apaixonado. É difícil, não é? Mas se pensarmos bem, percebemos que devemos distinguir aquilo que de mau a vida nos traz e o que de bom vem ter com a nossa pessoa. Isto porque à medida que caminhamos na vida, vamos endurecendo os nossos sentimentos, vamos filtrando tudo aquilo que consideramos menos positivo and so on… Mas, no meio desta dureza toda, devemos ter o cuidado de não deixar morrer a nossa vontade de nos apaixonarmos, de nos apaixonarmos pela vida. Com isto, só me apetece repetir: adoro estar apaixonado; adoro dar saltos de alegria; adoro abrir os braços e pegar nas pessoas que amo; adoro não me calar; adoro gritar quando estou naquilo; adoro estar sempre a pensar em quem devo; ADORO!

Mudo de parágrafo e fico a pensar no anterior. Se alguém se der ao trabalho de reflectir, facilmente poderá confundir a minha vontade com um certo pedantismo. É verdade. Posso parecer um pedante do… ia a dizer do caralho, mas não digo porque esse não é o meu adjectivo qualificativo… (eu sei que não deve existir… mas gostei da denominação!) mas posso sempre dizer que gosto. Gosto de ser assim. Uma pessoa, para não dizer ser humano, que adora adorar.

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