Terça, dia vinte e seis de fevereiro de dois mil e treze!

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Como é bom de perceber, continuo em casa, a zelar pela saúde de duas crianças. A minha rica senhora encharcou-se em antipiréticos (que é uma palavra… gira e sensual…) e lá conseguiu levantar-se e ir trabalhar. Eu por casa fiquei. Amanhã será ela a ficar se as catraias não melhorarem. Ficar em casa, sem possibilidade de poder sair, é duro. Não há mentalidade positiva que aguente. Apodera-se de nós uma neura… boquiaberta… daquelas que nos deixa… boquiabertos perante tanta imbecilidade que se vai vendo. Claro que estou a falar da rede social da moda. Entre xaropes, pequenos almoços, almoços, xaropes, medições de febre, pedidos disto e daquilo, mais xaropes… enfim, não é fácil, lá vou dando um salto à dita rede social da moda. E fico surpreendido com o que se passa por lá. Há de tudo, verdade seja dita, mas a maior parte do que se publica, diz/escreve, é confrangedor. Como não tenho cabeça para conseguir acabar o meu novo livro do Ken, acabo por perder o meu rico tempo a vasculhar… na rede social da moda. Há outra coisa que me intriga. Sou amigo de uma data de pessoas que muito prezo e quero bem. Mas também sou amigo de uma data de outras pessoas que nunca vi na minha vida e nem sei quem são. Será só comigo que este fenómeno acontece? Não me parece! O que é certo que é são essas pessoas que me deixam nervoso. Porquê? Porque se um amigo, dos verdadeiros, escreve alguma coisa com a qual discordo sou menino para dar a minha opinião e discutir o assunto. Por outro lado, se é um daqueles amigos que ninguém sabe como vieram cá parar… fico inibido de comentar seja o que for. Porquê? Porque não estou para entrar em polémicas com pessoas que não conheço, não vale a pena. Depois porque os idiotas ganham sempre as discussões porque… têm mais experiência, não vale mesmo a pena.

No meio disto tudo, em que ficamos? Talvez numa verdadeira selecção dos amigos que temos na dita cuja da rede social da moda.

2 thoughts on “Terça, dia vinte e seis de fevereiro de dois mil e treze!

  1. admin Autor do artigo

    Eu sabia que podia contar contigo Luís. Obrigado. És o meu único leitor mas eu prezo muito a tua opinião 🙂 Ainda bem que gostas dos excertos da Maria porque são a projecção máxima daquilo que eu pretendo conseguir atingir um dia, quem sabe, com as imbecilidades que vou escrevendo 🙂
    E obrigado pelas melhoras para as minhas coisas pequenas, essas sim, acima de qualquer imbecilidade que eu possa dizer ou, pior ainda, escrever 🙂
    Abraço vindo da infância 🙂

  2. Luís

    Fica-te muito bem exercer o dever de Paí estremoso, essas sim, são as tuas verdadeiras AMIGAS. Eu porque “resolvi” ser paí mais cedo, já não tenho essas preocupações com crianças de tenra idade, mas continuo a ter um amigo especial que, embora esteja completamente por sua conta e risco, continua a merecer todo o apoio que lhe poder dar. No meu caso, os amigos da rede social da moda, são todos pessoas que conheço pessoalmente, umas há mais, outras há menos tempo. Alguns como é o teu caso, amigos de infancia, outros, mais recentes que fui conhecendo ao longo da vida privada e profissional. Não há paciencia para tanta imbecilidade que é postada neste meio, ao ponto de eu por vezes achar do melhor, os excertos que tu nos dás a conhercer, retirados da Maria. Diria mais, comparativamente às tais imbecilidades, são autenticas obras de arte literária…
    As melhoras rápidas das pequenas, um abraço.

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