Antítese.

Caminha 2011 124

Hoje é um daqueles dias que não lembram ao menino Jesus. Há muitos dias assim, aliás, que não fazem sentido serem lembrados. Eu lembro-me do meu pai todos os dias apesar de ele já não estar cá há mais de dez anos. É indissolúvel da minha memória e da minha personalidade. E isso é bom. Para mim, constitui um sinal de positividade, de muita sensibilidade e de muito bom senso. Foi com ele que aprendi a ser equilibrado e a saber ouvir outras opiniões. Foi um caminho. Devo-lhe muito. Devo-lhe um grande obrigado, todos os dias.

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