É uma pena ser tão inconstante.

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Tenho de confessar. Sinto a falta da minha amiga. Amiga, amiga, não será bem essa a palavra certa, mas também ela não me vai levar a mal se eu a tratar como tal. Aliás os tempos estão para que as pessoas os vivam. Chega de desgraças. Elas existem, é certo, mas não podemos estar sempre a pensar na desgraça. É necessário fazer um esforço para conseguir pensar positivo, é certo, mas se encararmos esse esforço como uma forma de fazermos exercício… de mantermos a forma física e mental… já é muito saudável.

Vivam as nossas amigas e amigos. Uns mais doidos, outros mais contidos, mas que tenham todos vontade de viver intensamente. Se a vivem analmente, vaginalmente ou mesmo à mão… o que é que isso interessa? Sim, o que é que interessa? Alguém tem alguma coisa a dizer? Não? Bem me parecia! É assim que eu gosto! Cada um na sua vidinha, a fazer o que pode para ser feliz. Se o puder fazer em comunhão (agora saí-me bem…) melhor ainda. É bom sinal! É sinal de que é boa pessoa. E esta amiga, que eu gostava de conhecer, é boa pessoa, de certeza absoluta. Diz-me aquele dedo mindinho que serve para perceber se as galinhas têm ovo…

 

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