E pronto. Foi o que se arranjou.

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Após várias tentativas de afogamento em papeis, às quais fui sobrevivendo estoicamente, eis que surge uma janela de tempo livre. Livre, livre, não será bem porque tenho duas criaturas de baixa estatura cá por casa que não dão sossego a ninguém. A única que me está a dar sossego é de estatura um pouco mais elevada porque… está ausente… daí o sossego… Tirando estas comparações meio idiotas, só consigo pensar em férias mas… estão tão longe, tenho tanta coisa para terminar e não tenho energia. Este podia ser um post queixoso, carunchoso ou mesmo piolhoso. Podia. Mas eu não quereria…

Ponho-me à procura de um assunto interessante. Em finais de julho é difícil encontrar assuntos interessantes. O fêcêpê não joga. Há festivais de música esquisita por todo o lado. O ministro Portas vai à missa e abre a boca para engolir a hóstia. O tó-zé está cada vez mais inseguro. A ministra do guito é mais redonda do que parecia. Portanto, um verdadeiro deserto de informação interessante. O que é que sobrou? Duas verdadeiras notícias. Duas personagens com sotaque do PUARTO, em duas áreas completamente distintas. A primeira, porque é mais novinha, foi uma menina que estuda arquitectura na Faculdade do Porto e que ganhou um prémio internacional (já anda a circular nas redes sociais da moda há uns tempos mas só hoje deu reportagem na televisão). A segunda, e porque é mais madura (só um bocadinho), foi uma outra menina que investigou, investigou, investigou e tornou a investigar sobre a dor e… ganhou um prémio internacional. Ambas foram distinguidas pelo seu trabalho mas, se eu fosse do júri, fazia questão de lhes atribuir uma menção honrosa, só pela beleza.

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