Me aguardem (um título que é uma espécie de brasileirismo… se tal existe…)!

Quando não se escreve nada há uns tempos, fica-se sempre com a sensação, ligeira, de que se deve escrever sobre um assunto sério. Independentemente se somos sérios ou não. Eu divago um pouco mais: não me levo a sério. Acho que é mais condizente… condizente com o país. O país que temos.

Ok.

O país que temos é fraquinho. Tem dirigentes fraquinhos. Alguns são uns verdadeiros delinquentes, como alguém afirmou recentemente. Chamem-lhes o que quiserem. Vão calhar bem, tenho a certeza, porque eles merecem. E não se fala mais nisso.

Tenho mais vontade de falar de outros assuntos. Assuntos menos sérios. Assuntos de comuns mortais. E eu sou um mortal. Pouco comum, mas mortal. Será que mereço ter um assunto só para mim? Nem que seja só por um dia? Eu gostava de poder escrever sobre determinados assuntos (que passariam a ser meus…) num determinado dia. Eu sei que não adianta nada pedir para me indicarem um assunto pois ninguém se dá a esse trabalho. Por isso, tenho de ser eu a decidir o assunto que vai ser meu. Pacífico. A escolha é que poderá não ser pacífica. A escolha do assunto vai ser aleatória e não vai obedecer a qualquer tipo de lógica ou de ordem. Vai ser uma escolha… sentimental. Porquê? Porque eu sou um ser humanos com sentimentos. Não preciso de explicar mais nada, pois não? Então aqui vai o meu primeiro assunto: Jorge Jesus, o treinador dos coisinhos.

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