Eu acredito que vou daqui direitinho para a cama e vou ser… o quê? Feliz, pois está claro!

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Seis dias, seis, sem escrever nada. São sinais dos tempos. Há quem ache que os sinais dos tempos são aquelas manifestações sociais de desespero, de revolta, de descontentamento. Eu não quero pensar nisso. São outros sinais dos tempos, que também são meus mas que eu, hoje, não quero pensar. Peço desculpa por isso, mas também não acho que a vida tem de ser sempre queixume. E existem muitos motivos de queixume. Mas a vida tem outras vicissitudes para além das coisas más. Certo? Ou já não conseguimos viver para além dos (pus-me a pensar numa designação correcta para os anormais que nos governam e… não encontrei…) momentos menos bons a que vamos assistindo diariamente? Eu acredito que sim. Por muito que custe a acreditar, eu acredito. Acredito que posso ser feliz. Acredito que nunca vou prejudicar deliberadamente outra pessoa. Acredito que vou conseguir acrescentar alguma coisinha à vida de outra pessoa. Estas são as partes sérias de quem acredita. Depois. Bem, depois, podemos todos acreditar que existem outras partes, menos sérias, de quem acredita. Por exemplo: eu acredito que se der um beijo na boca em alguém, se não for de mútuo acordo, estou sujeito a levar dois pares de estalos. Normal? Certo? E podia continuar por aí fora… de preferência com uma data de exemplos de cariz (cariz é uma palavra fofa)  sexual (sexual é uma palavra mais direccionada… para o comum dos mortais) e andava à volta disto e fazia um sucesso. Mas eu sou o quê? Isso mesmo! O moço que acredita, logo não vai em cantigas de sexo, escárnio e mal dizer. Eu é mais bolos.

Este podia ser um post bipolar. Podia, não podia? Mas não era a mesma coisa.

Vou dormir. Bem, pensando melhor, isso não é bem assim.

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