Sexta feira, dezassete de janeiro de dois mil e catorze. Vergonha!

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Agora, no final do dia, já no sossego das ideias consigo perceber o que se passou durante o dia. É sempre assim. Se calhar é assim com toda a gente. Não sei! Eu gosto de puxar o filme atrás. Gosto de pensar no que sucedeu durante o dia, de positivo e negativo. Que amanhã é outro dia e não vai haver tempo para pensar no dia anterior. Manias.

Nestas andanças, acabamos por pensar em coisas que não devemos. Certo? Todos nós pensamos em coisas que não devemos. Faz parte da natureza humana. Mas também pensamos naquilo que devemos e temos obrigação. Certo? No que não devia, eu não vou estar aqui a divagar. Porque não, porque não interessa ao menino em palhas deitado e porque… simplesmente, não tem interesse.

Não tenho outra alternativa que não seja a da especulação, tal e qual a dos mercados…

E ainda por cima o assunto do dia foi sério. Sério em demasia para estar aqui com especulações… mas eu sou rapaz pouco sério, por isso…

Quem se está a dar ao trabalho de ler o texto e for atento já percebeu que o assunto mais importante do dia foi a votação, na dita casa da democracia…, que aprovou a realização de um referendo sobre a co-adopção. Alguém no seu perfeito juízo acha que este assunto é referendável? Eu acho, muito sinceramente, que a maior parte da população não sabe muito bem o que é esta cena da co-adopção. Aliás, acho que muitos daqueles que sentam a bunda na dita casa da democracia, que têm bigode para ficarem parecidos com a mãe deles, pensam que tudo isto tem a ver com mudanças de sexo ou de homens que engravidam, mulheres com um clitórias paranormal e que se juntam todos à esquina para ver se adoptam uma criancinha. Eu nem sei muito bem como disparatar mais sobre a anormalidade desta votação. Vivemos no século vinte e um e continuamos a ser governados por autênticos cretinos.

Pormenor: o partido mais suspeito de todos, aquele que tem mais dissimulados por bancada quadrada… absteve-se. Cruzou as perninhas e ficou à espera que “elas” se decidam. Não há pachorra.

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