Sem fazer a mínima ideia do que deveria escrever, como título.

Caminha 2011 213

Falar de amor?

Primeiro, ponto de interrogação.

Falar de amor!

Segundo, ponto de exclamação.

Qual o melhor?

Hoje é noite de sábado e eu com dúvidas sobre o assunto. Vontade de falar do amor, eu tenho. Mas também tenho receio de falar sobre o amor. É assim. As dúvidas e as certezas dividem-se. Ainda não sei lá muito bem como é que isto vai acabar. Apenas sei que continuo a ouvir um tal de Dimitri from Paris, num outro registo, mas sempre muito… mexido?

Tirando isso, a vida continua lá fora.

E eu enfiado em casa. A minha rica senhora está algures, numa manifestação qualquer, perto de si e eu aqui… (foi um versinho fácil e fraquinho, tal e qual eu gosto).

Não me posso esquecer que o tema é o amor. Ok?

Antes disso, ainda me consigo lembrar que a vida já foi muito diferente. Hoje foi dia de Miguel Bombarda. Eu não fui. No caso de hoje não dei por mal empregue o tempo. Estive com amigos que não via há muito tempo. Amigos que têm uma vida muito especial. Uma vida que não é nada fácil mas que é vivida intensamente e isso, meus amigos, não é para todos. Um grande bem hajam.

Depois, ponho-me a pensar nas minhas coisinhas. Miguel Bombarda? Não fui, pronto, ok. E depois? Estive noutro mundo. O que posso dizer? Será mais importante? Não sei. Há que ter bom senso e perceber que as vidas das pessoas são TODAS importantes. TODAS!

E voltemos ao amor. Pode ser?

Por mim pode, por isso, vamos falar do amor.

O amor de um homem é diferente do amor de uma mulher. Estou a começar mal? Normalmente, está diferenciação é a que salta logo às bistinhas… Eu não sou muito diferente dos outros… homens? Pode ser! Por isso, a pergunta é mais do que normal. Se bem que, normalidade, não seja uma palavra consensual. A última vez que falei de amor foi… aqui à atrasado… Fiquei a pensar no assunto. Porque carga de água eu me tinha dado ao trabalho de… respirar… amor pela minha rica senhora? Ela não precisava de nada daquilo. Eu também não. No entanto, achei que precisava? de vir com tretas amorosas sobre a minha rica senhora. Não eram mentira nenhuma. Mas não havia necessidade…

O tema amor é sempre, sempre, complicado. Ninguém acha muita piada em ficar comprometido com o amor. O amor prende um bocado. É como aquelas cores muito garridas que, se forem aplicadas numa parede da sala… prendem um bocado… não condizem com as cortinas nem com os sofás… O amor é um pouco a mesma coisa. Às vezes não dá muito jeito falar no dito cujo.

Eu confesso que não quero saber do tal, o dito cujo. Quero que ele se vá foder (desculpem as senhoras e  todas as mentes mais sensíveis… (é sábado à noite e eu em casa) porque eu quero escrever uma valente de uma asneira (e alguém se lembra, nesta altura, quem é o dito cujo?) e não estar preocupado com a formalidade. Volto a pedir desculpa.

Olho para trás. Leio o que está para trás… Meu nosso senhor que nos deves proteger… porque não cumpres a tua obrigação?

Peço desculpa. Vou-me deitar. Sem falar do amor. Não estou a conseguir. Talvez amanhã.

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