Paisagens da metrópole da morte.

ottov

«Este é um dos testemunhos mais notáveis de desumanidade que conheço. As recordações, profundamente comoventes, dos anos de juventude de Dov Kulka em Auschwitz, que se entrelaçam com reflexões de um carácter elegíaco e poético, transmitem vividamente o horror do campo de extermínio, o trauma de familiares e amigos e a marca indelével deixada na memória de um rapazinho que se tornou um ilustre historiador do Holocausto. Uma obra extraordinariamente importante que é preciso ler», escreveu Ian Kershaw.

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