A pergunta.

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Tinha a sua piada eu vir aqui todos os dias queixar-me da minha vida. Tinha, não tinha? Lá isso tinha, mas não era a mesma coisa, por isso só cá venho queixar-me de dois em dois dias. E hoje é o dia dois… Ainda por cima estou a escrever sem óculos… o que torna a coisa muito mais difícil.

Ehehehhehe!

Parece-me que, por ser dia dois, o queixume pode parecer que vai ser muito mais acentuado mas, na realidade, eu não sou um queixinhas. Aliás, esse é o meu verdadeiro problema. Eu não me queixo. E como não me queixo, não mamo! Um velho provérbio português… (fora de mão, para não dizer horrível…).

Um raio de uma expressão que cada vez acho mais que se aplica a pessoas que eu não faço questão de conhecer…

Também não faço questão de conhecer pessoas como eu que começam um discurso e depois não sabem lá muito bem como o devem finalizar. São pessoas desorientadas. Acontece muito.

Também acontece as pessoas acharem que não devem fazer isto ou aquilo.

Não fazerem fretes.

Só fazerem aquilo que lhes vai na mona.

Essa é a parte melhor. O que lhes vai na mona! Se for o que lhes bainamona, ainda melhor!

Geralmente, acontece pouco.

O que acontece muito é a pessoa, aquela pessoa que pretende que lhe aconteça qualquer coisa ensurdecedora, ficar a pensar que o mundo é uma cena linda e encantadora.

Será?

4 thoughts on “A pergunta.

  1. Luis

    Texto muito bem ilustrado, como sempre… o ditado é antigo, “uma imagem vale mais que mil palavras”. Bonito o corrimão, uma obra de arte, já não se fazem destes cu-rimoes!!!

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