Money, money, money…

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O dinheiro.

Toda a gente vive em função do dinheiro.

Posso afirmar esta verdade sem estar muito preocupado com conceitos sociológicos ou outras cenas que nos valham. É uma realidade. Todos nós pensamos no dinheiro. Há mesmo pessoas que gostam de passar horas a mexer em dinheiro. Eu confesso que não chego a esse extremo.

Também não tenho complexos em relação ao dinheiro. Gostava de ter dinheiro suficiente para ter uma vida decente. Ok, o conceito de vida decente é muito vasto. Pois é, mas para mim bastava-me não chegar ao fim do mês sem um tusto,  poder viajar um pouco com as minhas filhas ou, por incrível que pareça, poder ir jantar fora. São ambições banais. Que já foram usuais há uns anos atrás. Foram!

Mas hoje, a vida é diferente. Há quem tenha muito dinheiro. E ainda bem que o têm. Não sou nada fundamentalista em relação às pessoas que podem usufruir do dinheiro. Apenas tenho uma regra. Tal e qual o pecado original. O dinheiro deve ser ganho de uma forma honesta e legítima. A partir daqui, não percebo porque é que existem problemas de relacionamento com as pessoas que têm muito dinheiro.

Eu não tenho desses problemas. É certo que conheço poucas pessoas com muito dinheiro. As que conheço têm toda a legitimidade em poder gastá-lo. São pessoas que se esforçam todos os dias por criarem condições para o ganharem e são honestas. Custa a toda a gente.

E qual é o problema?

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