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Tenho de dizer isto.

Só mais uma coisinha em relação à sondagem que já terminou. Claro que teria sido mais fácil para mim se tivesse ganho “Quando a minha senhora mandar”. Porquê? Porque eu sou uma pessoa muito bem educada e muito bem mandadinha, (aliás, foi ela que me mandou escrever mais esta coisinha) e assim eu limitava-me a mudar mesmo de vida, e mais nada.

Primeira sondagem.

Era suposto eu começar a pensar em mudar de vida. Como já deu para perceber, encerrou a votação da minha primeira sondagem e que foi feita para eu conseguir saber a opinião de todos os que me visitam. Após intensa, cerrada e renhida votação, a opção mais viável é aquela em que eu também apostava, isto é, “Quando tiver um Fiat 500, dos novos” o que quer dizer que vou ter de aguardar mais uns tempitos (eu já me estava a mentalizar para isto…).
É evidente que existem soluções mais fáceis e mais rápidas para que eu possa mudar de vida. Como também é evidente que, se por acaso, mas só muito por acaso, eu tivesse um encontro imediato de terceiro grau com uma personagem deste calibre (o da imagem, mesmo) a minha vida ia obrigatoriamente ter que mudar. Não me perguntem porquê, é apenas um pressentimento que eu tenho.
Ah, e muito obrigado a todos os que votaram, pois sei que o fizeram de alma e coração. Um grande bem hajam.

Amigo.

Vem aí mais um fim de semana, neste caso, um fim de semana para esquecer. Ainda vamos ter de esperar mais uns tempos para uma verdadeira ida à praia. Isto que acabei de escrever é uma verdadeira banalidade, daquelas de palmatória, mas que também ficam bem, porque são realmente verdadeiras. Esta coisa do custo de vida, das dificuldades dos portugueses, se estivesse bom tempo, custava muito menos e, os tais portugueses, aguentavam mais facilmente com as tais dificuldades pois, com os chispes enfiados na água do mar, não há contestação que sobreviva.

Sócrates, pinóquio amigo, trata de falar com os americanos para que acabem com as altas pressões nos Açores e nos tragam o belo do sol, de volta, please.

Sondagem.

Como já deu para reparar, estou numa encruzilhada, da vida. Estou um bocadinho farto de trabalhar no ensino, triste e cabisbaixo, poderei mesmo afirmar, com toda esta vida de professor. O que me apetecia mesmo era mudar de vida, mas estou indeciso, como o tolo no meio da ponte, à espera do melhor momento. Por tudo isto, decidi fazer uma sondagem. A primeira na minha vida, o que quer dizer, por si só, muito do meu estado de espírito. Assim, convido todos os visitantes a exercerem a gentileza do vosso voto, para me ajudarem a sair desta tal de encruzilhada.
Antecipadamente grato por toda a atenção dispensada, renovo os meus melhores cumprimentos.

Não me largam.

Os tempos de hoje estão difíceis, já não são o que eram. Recebi esta foto por mail, que me foi tirada quando estava à espera do toque de entrada, na minha escola. Muito sinceramente nem reparei que me estavam a tirar uma foto e é nestas situações que eu ganho consciência do mundo que nos rodeia. Já não se pode ter uma postura mais desalinhada, mais um bocadinho ao lado, que as máquinas e os flashes não param. Não está certo. Deveríamos ser, sempre, donos da nossa privacidade. Ao invés, somos um autêntico trapo nas mãos da fama. E, muito sinceramente, não vejo maneira disto mudar, o que é uma pena.

Hot note.

Estas pequenas férias foram uma pequena seca. Mas ontem, foi engraçado. Fomos buscar as minhocas a Chaves, pois passaram lá uma semana, e para despedida das férias fomos os dois jantar mais outras duas pessoas amigas, de lá. Claro que tínhamos de ir ao Casino de Chaves pois ainda não conhecíamos e a curiosidade estava lá.
Foi muito agradável o jantar. O espaço é amplo e mesmo que esteja cheio (que não foi mesmo nada o caso) não se fica em cima de ninguém, apertado, incomodado. O menu foi interessante e não vou estar aqui a descrevê-lo, até porque não me lembro dos nomes das coisas. Foi bem regado, oh, se foi… e tivemos sempre música de fundo, tocada por uma pequena banda cubana. Depois veio o espectáculo, um musical, que não sendo nada do outro mundo, estava muito bem conseguido, dentro do género, e que nos deixou muito animados, a par do tinto de Serradaires (perece que é assim que se escreve…) e estavamos tão animados que no final veio uma senhora bailarina, directamente do palco, buscar duas pessoas para irem para lá dançar… imaginem quem foi, eu claro está. Já estive em palco várias vezes, mas nunca assim, com uma música disco a rasgar e uma barreira de luz que não me deixou ver nada nem ninguém, tamanha era a intensidade, só via mesmo as bailarinas que estavam à minha volta… e eram todas grandes e falavam estrangeiro. Depois do jantar ainda fomos espreitar às máquinas, mas aquilo não dá entusiasmo nenhum e viemos para casa descansar, recolhendo-nos de seguida aos nossos aposentos.
Já tinha saudades de sair um bocadinho.

Fosga-se.

Agora parece que sou eu quem vai ficar de molho… já estou para aqui com uns arrepios de frio…
Mas tenho de me aguentar até amanhã de manhã porque tenho uma aula à qual não queria mesmo faltar.
Vou ter de tomar dose de cavalo…

De molho.

O Carnaval, normalmente, já é para esquecer, mas este ano… é mesmo para esquecer.
A minha rica senhora está de molho à dois dias,  dormir e a tomar medicação. Já andava a estranhar ela
ainda não ter apanhado nada, 
mas pronto, foi agora…

Vai-se.

Aborrece-me ter a consciência de que estou a ficar velho. Como é que eu cheguei a esta brilhante conclusão? É simples. Quando se começa a tomar medicamentos para uma constipação, uma gripe ou uma inflamação pulmonar, porque não passa, aí sim, está tudo dito. Vai-se para velho.