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Money makes de world all around…

Embora não estejamos naquele país em que as notas são todas verdinhas, a imagem que consegui encontrar foi esta, mas isso também não interessa nada. O que me interessa mesmo é que hoje são vinte e um, amanhã são vinte e dois e depois de amanhã… tcharammmm serão vinte e três. Sei que este tipo de postagens não interessam nem ao menino jesus, mas se imaginassem a alegria que invade este corpinho são e esta mente sã, então iriam perceber melhor o significado do dia vinte e três de cada mês.

Já cá canta.

A pequena viatura cá de casa já está arranjada. Pronta para as curvas. E pegando novamente nela, ao fim de três semanas, dá mesmo gozo. É maneirinho, o Micra, e para quem tem andado com o outro trambolho, este é um verdadeiro salvador da pátria. Pena mesmo foram os oitocentos e muitos euricos que ficaram na oficina… assim não há maneira de uma pessoa se endireitar, mas também não há-de ser nada, havendo saudinha, a vida rola…
Por falar em rolar, acabei de ver o Jardel a falar na tv, a dizer que estava tudo bem com ele, que já tinha deixado as drogas, mas muito sinceramente, não me pareceu nada, mesmo. Oxalá eu esteja enganado pois o homem merece um pouco de sossego na sua vida tão atribulada.

Isto não veio nada a propósito, mesmo nada, mas que se há-de fazer?

Isto já não é o que era.

Eu tinha uma ideia dos carros japoneses. Era muito positiva. Uma pessoa pagava mais um bocado, e tal, mas a coisa valia a pena, pois não davam problemas. Hoje, apesar de continuar com uma opinião positiva, já não acho que eles nunca dão problemas. E quando dão, ainda é pior porque as peças são mais caras que as outras. Isto tudo porque a bomba que puxa a gasolina do pequenino micra pifou. É oficial. E a troca deve-se proceder dentro dos próximos dias. Até aqui, tudo bem. O piorzinho foi saber que a p… da peça vai custar meio ordenado. É por estas e por outras que as ideias que fazemos de determinadas marcas vão caindo por terra, e nós vamos atrás, a rebolar. Mas não há-de ser nada.

Puxa.

Depois de muitas voltas e de muito tempo perdido (obrigado Zé Maria e Zizo) ontem à noite conseguimos, finalmente, descobrir o que se passa com o raio da placa. É que, quando estavamos a utilizar o forno para fazermos umas pizzas, o forno também pifou. Era um cheiro a queimado que não se podia. Toca a desmontar o forno para o levar à assistência. Para surpresa minha, estava uma caixa na parede que já teve melhores dias, pois à volta estava tudo pretinho, pretinho, pretinho. Lá dentro o espectáculo era dantesco, estava tudo queimado, partido e desconjuntado. Não deu para perceber porque é que não ardeu tudo, mas ainda bem que não ardeu…

Reeeeeeepetimos.

Com este tempo maravilhoso, o que é que eu vou fazer de almoço? Churrasco, claro está. E porque é que se faz um churrasco em dia de aguaceiros diluvianos? Porquê? Porque a placa eléctrica onde costumo cozinhar pifou… kapute, deu o berro, começou a cheirar a queimado e trungla, finito. Como só me apetece começar a desmontar aquela treta toda à tarde, quando a minha estremosa senhora já tiver chegado da reunião de pais que teve na escola (ao sábado, santo deus…) para o caso de levar um esticão e ela assim desligar a corrente eléctrica, para eu não ficar lá agarrado, digo eu…
Por tudo isto, a vida nestes próximos dias promete uma mão cheia de emoções…
Vamos lá ver o que vem a seguir, já não bastava o carro ter avariado…

Raios.

Bem, hoje é um dia para esquecer, mesmo. Estive com uma dor de cabeça daquelas insuportáveis até há bocadinho. Duas aspirinas depois é que comecei a sentir melhorias, mas mesmo assim está lá uma pressão… logo hoje que tinha tantas coisas para fazer… especialmente compôr a porta da garagem… mas pelo andar da carruagem, vai ficar para amanhã.
Enfim, um post desgraçado para um dia desgraçado.

O além.

Começo a ficar ligeiramente preocupado. Depois de todas as respostas que fui ouvindo e depois do que fui vendo nas televisões, começo realmente a pensar que nunca mais vou sair da cepa torta. Sem querer estar armado em superior ou altamente capaz de exercer a minha profissão, acho que também tenho o direito de expressar a minha opinião: Não estou por dentro dos labirintos legislativos que este novo ECD criou e assumo-o, literalmente, mas uma coisa eu sei; esta coisada já foi aprovada há um ano, praticamente, por isso não há mais nada a fazer sob pena de a minha avaliação nunca mais ser realizada e eu quero ser avaliado, porque sabem que mais, quero progredir na carreira e ganhar mais dinheiro, aquele dinheiro que tanta falta me está a fazer agora, agorinha. Podem dizer-me que estou a pensar curtinho, curtinho, mas eu acho que não pois a avaliação tem mesmo de ser feita uma vez que está implícita no novo estatuto, tal como as aulas de substituição não estavam legais no tempo do anterior estatuto.
É que se a treta continua, nem em 2009 eu vou começar a progredir na carreira, sim porque, e tirando as palavras da boca da nossa querida, os professores não sabem, mas continuam a subir na carreira só que, chegados à antecâmara da morte… têm de esperar………… por uma vaga, vinda do além.

Repéééétimos.

Não sei muito bem porquê, mas agora a nova teoria da conspiração passa pela escolha das intervenções dos professores, nas televisões. Tenho ouvido alguns colegas, e pelos vistos é opinião generalizada nas escolas, que aquelas famosas tiradas de alguns professores, quando são interpelados pelos jornalistas, mais não são do que escolhas desses mesmos jornalistas que, no meio de “centenas” de interpelações, escolhem aquelas mais infelizes…
Parece-me um bocadinho rebuscado e, muito sinceramente, não acho que a maior parte dos jornalistas da nossa praça consiga fazer esse exercício de raciocínio, isto claro, sem querer generalizar.
Mas continuo sem entender o porquê de tanta falta de objectividade no discurso daqueles que tão revoltados andam e que, se tinham alguma coisa a dizer, o deveriam ter feito há um ano atrás, quando foi aprovado o ECD. Isto que vem agora é apenas uma consequência.

A venda da minha colecção de vinil. Preços.

Depois de ter dado uma valente vista de olhos por alguns mercados existentes, sem querer estar a sobre valorizar, mas também não querendo sub-valorizar, penso que encontrei o preço mais justo para todos, uma vez que se tratam de discos que não se encontram ao virar da esquina.
Os LPs encontram-se em bom estado, as capas apresentam as marcas do tempo, sem estarem danificadas. Todas elas estão direitinhas e apresentam, isso sim, algumas etiquetas de preço, em libras, muitas delas.
Então aqui vai:

Pacote -1 – 55 euros
Pacote -2 – 50 euros
Pacote -3 – 50 euros
Pacote -4 – 50 euros
Pacote -5 – 50 euros
Pacote -6 – 50 euros
Pacote -7 – 45 euros
Pacote -8 – 50 euros
Pacote -9 – 60 euros
Pacote-10 – 60 euros

Et voilá.

E pronto. Deu um bocado de trabalho, mas já estão os nomes dos autores e dos trabalhos…
Descobri que sempre me desviaram… durante a última mudança de casa, uma caixa com, sensivelmente metade dos que aqui pus. Eu achava que faltavam discos, mas só agora quando peguei neles é que comecei a dar mesmo pela falta de uns tantos… não vale a pena chorar, mas tenho pena de ter ficado sem eles. Enfim.

Terminou.

Pacote 10 –

Janis Joplin – Anthology (duplo álbum)

Otis Redding – The Best of (duplo álbum)

Chicago – At Carnegie Hall (caixa com 4 álbuns)

In the groove – (Caixa com 6 álbuns, Benny Goodman, Artie Shaw, Louis Armstrong…etc)

Quase, quase.

Pacote 9 – Todos Duplos Álbuns –

Rip rig + panic – God

Frank Zappa – You are what you is

David Sylvian – Gone to earth

Jean-Michel Jarre – The concerts in china

Bob Marley & the Wailers – Babylon by Bus

Bruce Springsteen – the river

Está quase.

Pacote 8 –

The Monochrome Set – Strange boutique

Eric Clapton – Backless

Toy Dolls – dig that groove baby

Lou Reed – Transformer

Husker Du – Candy Apple Grey

Marillion – Script for a jester’s tear

Os 22 da Polystar

Virgin Prunes – over the rainbow

Pacote 7 –

Echo and the bunnymen – Crocodiles

U2 – War

David Bowie – Scary Monsters

The comsat angels – Land

Julian Cope – Fried

Scientists – Blood red river

The boomtown rats – Mondobongo