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É um número bonito, pronto, é dos bonitos. Foi o número de visitantes que bateram de frente neste blogue. A todos, faço um brinde com um copo, com um copo de aguardente, um copo de aguardente feita pelo meu sogro, a quem também brindo, e para aqueles que não gostam da aguardente do meu sogro (não consigo perceber porquê…) brindo na mesma.

Puxa, para não dizer outra coisa.

Com a idade, estou a ficar mais burriquito como tu…

Tenho alguns interesses, que fui cultivando ao longo da minha vida e que os mantenho convictos, mas há assim umas coisas que se vão infiltrando, lentamente, que me deixam apreensivo. O futebol é um desses quistos que aparecem, se instalam confortavelmente, desenvolvem-se a seu belo prazer e acabam por se tornarem incómodos para o normal funcionamento do ser humano. Digo isto porquê? Porque desde sempre achei que o futebol teve, e tem, uma importância que não deveria ter, pois temos tanta coisa para resolver neste país que não consigo entender a importância que damos à indústria do futebol. Esta indústria portuguesa é gerida por autênticos primatas, na sua grande maioria, os protagonistas da bola são, também na sua maioria, uns autênticos ignorantes que só muito a custo conseguem articular duas palavras, depois temos a comunicação social. Bem, da comunicação social nem vale a pena falar, pois esses são quase todos uma cambada de facciosos que nem consigo muito bem descrever.
Posto isto, acabo por reparar que cada vez mais acho piada ao jogo… logo eu que pratiquei atletismo durante catorze anos e que acho o desporto individual um must… ele há cada coisa mais estranha.

Sem querer, mas sendo.

Nestas coisas da internet, confesso que sou um bocado lerdinho. Há tanta coisa que me passa ao lado. Não me faz confusão saber que existem uma data de recursos que se podem usar e eu não saber fazer uso deles. O que me faz mesmo mal à alma é deparar-me com a realidade da vida, na internet. Aquela ideia meio romântica e palerma de que a internet é um mundo maravilhoso, onde a informação dita a sua lei, é a ideia que me ficou gravada nesta pobre e tontita cabecita, por isso, custa-me perceber que existam outras abordagens. Também não quero parecer exagerado; não sou completamente idiota, ao ponto de não saber as histórias que toda a gente conhece, mas essas, ficam para os respectivos protagonistas.
Esta treta toda para dizer o quê? Que a partir deste dia, chuvoso, pasteloso e mal cheiroso, irei proceder à moderação de comentários. E porquê? Por ofensas à minha moral e dignidade não é de certeza, mas têm aparecido uns comentários com uns links que remetem os mais incautos para uma página qualquer, cheia de vírus. Como acho tudo isto inadmissível e porque quem se dá ao trabalho de ler um qualquer comentário, no meu blogue, não tem de levar com isto, parece-me que esta seria a solução evidente.
Esta coisa dos vírus a mim não me afecta nada, porque o meu Kubuntu é imune a estas tretas, mas acho mesmo de muito mau tom fazerem isto, ainda por cima aquilo é automático e devem ter um programinha que anda à cata de palermas como eu, que deixam as portas escancaradas.
Por tudo isto, sugiro que os estimados visitantes façam o obséquio de prencherem o que têm a preencher e submeterem o respectivo comentário a aceitação. Claro que eu irei aceitar todo o tipo de comentários, apenas não deixarei passar o spam (já consigo dizer com sotaque estrangeiro).
Bem vistas as coisas, isto não tem nada de especial, trata-se apenas de um passo em frente, muito longe do que fazem os verdadeiros conhecedores, que utilizam termos que nem sonho saber o que querem dizer e tomam medidas que me agradam e têm um piadão.

S. Pedro.

Pois tem sido assim, meio frouxo. Como convém ser com este tempo horroroso. Cá pelo norte do país não pára de chover. Eu sei que a electricidade não vai subir no próximo ano devido à preciosa chuvinha que tem caído, mas já chega. Não me dá vontadinha nenhuma de fazer seja o que for. E tenho imensa coisa para fazer, mas é completamente invasora esta vontade de ficar quieto. A ver vamos.

The day after.

Como sempre, nesta coisa de aniversários, cometem-se exageros e, para não variar, eu tinha que os cometer… comi demais e fui cedo para a cama (dia de semana…) Conclusão: acordei às cinco da manhã com a digestão completamente parada. Fui até à casa de banho na esperança de deitar tudo para fora, com a convicção de ter de juntar os dentinhos para aproveitar os bocados maiores, mas nada… e, muito sinceramente, nunca me senti tão mal. Uma sensação de mal estar geral, a tremer, branco, branco cadáver, a suar como um autêntico porco (como este texto) e nada. Pensei que ia desta para melhor e tive medo de morrer, o que não é normal, pois não tenho a mania das doenças nem tão pouco penso na hora em que hei-de ir, mas que me assustei mesmo, não tenho dúvidas. Lá começo a acalmar, mexo-me um pouco e lá dou um arrotinho minúsculo, lindo, santificado, e záz, fico como novo. Muito estranho. Claro que a minha senhora, apesar de dormir bem, já estava acordada e aflita, a pensar que o velhote ia bater a cassoleta no próprio dia do aniversário (até tinha a sua piada) mas ainda não foi desta que fica uma viúva enxuta e, como esposa estremosa, lá foi fazer um chá de camomila para aconchegar o estômago.
Foi uma noite maravilhosa… e, quando tinha acabado de adormecer novamente, quem é que aparece? a minhoca maior, cheia de genica e a falar pelos cotovelos e, como já eram sete da manhã, não dormi mais.
Pequeno almoço, vai no Batalha. Só o café duplo do costume. Vai ser um dia daqueles, jeitosos.

Caramba.

Tão bem disposto vinha, mais depressa fiquei mal disposto. Cheguei à escola como quase sempre chego. Bem disposto. Subo as escada e levo logo com um chato de um vendedor que me queria impingir qualquer coisa que eu nem sei o que era e que nem sequer quis saber. Eu percebo, respeito e tudo o for necessário dizer, todas as pessoas que, de uma forma honesta, fazem o seu trabalho, mas convenhamos que não tenho de aturar chatos, inconvenientes, insistentes, que só percebem quando sou obrigado a roçar a brutalidade na resposta… safa, que é preciso ter pachorra.

Gaita.

Pois bem, mudei de operadora, mas ainda me encontro a utilizar a antiga pois não consigo ter sinal da nova…
Estou fartinho disto e ainda agora comecei. Mudei porque não conseguia enviar mails para ninguém com o outro serviço e agora nem sequer consigo ligar à net… GRRRRRR que nervos.
Vou ter de esperar que passe o fim de semana para vir cá um técnico… a chulice do costume.